Publicado por: Emerson | fevereiro 3, 2010

XVII Encontro de Casais

Estão abertas as inscrições para o XVII Encontro de Casais que será realizado nos dias 18, 19 e 20 de junho, em Xerém.
Tendo em vista a grande procura dos casais, foi criado um termo de responsabilidade a fim de organizar e esclarecer aos casais os itens que garantem as respectivas vagas.
Para vizualizar o termo clique aqui.
Em caso de dúvidas deixe aqui um comentário.

Publicado por: Emerson | setembro 30, 2008

Perdão Conjugal

suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos uns aos outros, se algum tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.”Cl 3.12

A palavra perdão no hebraico (“kaphar”) significa “cobrir”, e no grego (“apolúo”), “deixar ir, soltar”. A partir desses significados, entende-se como perdão o ato de libertação (remissão) do pecado cometido.

O perdão ensinado por Jesus é aquele que libera o ofensor para que ele se arrependa (Rm 2.4), e não aquele que exige primeiramente o arrependimento do mesmo, para em seguida liberá-lo. Jesus nos deu vários exemplos de que é o próprio ato do perdão que libera o ofensor para o arrependimento.

O casamento mais bem-sucedido é aquele em que o perdão é frequentemente buscado e ricamente concedido (Ef 2.14-16). Perdoar é um ingrediente que alimenta o relacionamento amoroso, do qual necessitamos diariamente. Quando perdoamos nosso cônjuge fazemos com que o perdão se torne como um remédio de Deus para a prosperidade do nosso relacionamento conjugal (Mt 6.14-15).

Faz-se notório afirmar que o perdão jamais poderá retirar do cônjuge infrator sua responsabilidade pelo erro cometido. Paulo prova-nos isso ao afirmar que “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm 3.23), lembrando-nos que o homem, mesmo perdoado, assumiu as conseqüências do seu erro.

Perdoar o cônjuge é prova de amor. Assim sendo, não se deve ficar remoendo as ofensas do cônjuge, e sim procurar exercer a misericórdia para com ele, liberando-lhe o perdão de modo que tenha oportunidade de recuperação, sem se exigir nada em troca.

Se os casais decidirem sempre conjugar na prática o verbo perdoar, certamente gozarão de uma maior alegria e realização conjugal.

Lembre-se que o matrimônio caminha com o perdão.

Pr. Paulo e Márcia Reina

Publicado por: Emerson | maio 27, 2008

Superando os Conflitos Conjugais

Não existe matrimônio isento de conflitos, mesmo naqueles onde os relacionamentos conjugais sejam mais maduros e profundos. Como resolver os conflitos de forma a não prejudicar nosso ajustamento conjugal?

A incompatibilidade de temperamentos, os ruídos na comunicação do casal, o ciúme doentio, finanças, problemas com parentes, stress, educação de filhos e o próprio Satanás têm sido apontados como as principais causas geradoras de conflitos conjugais. O que fazer para superá-las?

A tendência natural do ser humano é apontar o erro do outro e não o que o levou a errar. Quando o casal não trata do problema básico que causa os conflitos, mas um cônjuge ataca o outro, às vezes usando palavras de baixo escalão e demonstrando com excesso físico o seu desagrado, surgirá uma grande barreira no relacionamento conjugal. Logo, procure identificar o problema básico que levou o casal à discórdia, e não simplesmente a pessoa.

Torna-se necessário que aquele pelo qual veio o conflito assuma que errou e ao que foi vítima, perdoar seu parceiro de aliança. Se durante uma discussão trouxermos à tona erros passados, jamais conseguiremos resolver a situação atual, pois se estamos lembrando desses erros é prova de que os problemas do passado não foram resolvidos.

Existem cônjuges que não medem esforços para discutir problemas em horários e locais mais impróprios, dificultando ainda mais o conflito. Um local aprazível poderá contribuir para ordenar as idéias e se conversar com seriedade e liberdade sobre pontos de vista diferentes (Pv 15.23). Quando as emoções estão à flor da pele, esta não é a melhor hora para se chegar a um acordo.

É necessário que os cônjuges aceitem o fato de que ninguém está sempre certo. O que é correto ou não é que deve ser considerado, e não quem está correto. Isso dá margem para, tanto um quanto o outro, estar com a opinião correta. É nesse caminhar de erros e acertos que o casal vai se ajustando, dia a pós dia, cabendo a um aprender com o outro, um ajudar o outro.

Muitas vezes os conflitos têm origem na discussão de questões banais, roubando assim momentos de felicidades do casal. Para evitar isso, procurem orar juntos, confessando sua parte de culpa e pedindo orientação de Deus e graça suficiente para operar mudanças em suas vidas.

Em suma: Nunca deixe de encarar um problema que gerou conflito, colocando-o de lado. A frase “deixa pra lá” dá a idéia de que o problema não é tão significativo para exigir uma solução. Isso porque, às vezes, um tem medo de criar desavenças ou desentendimento no relacionamento e se cala, pensando que o problema irá desaparecer por si só, mas em geral não é isso o que acontece. O importante é identificá-lo e aprender a tratá-lo, colocando em prática a fé cristã e os ensinos da Palavra de Deus.

Publicado por: Emerson | abril 28, 2008

Unidade

Indrodução
A unidade é o princípio central do matrimônio. Sem ela não é possível dar continuidade ao acordo de aliança feito no dia do casamento. Por isso Deus espera que haja unidade no matrimônio.

Conceitos que a Bílblia nos apresenta sobre a unidade
As três pessoas divinas da santíssima trindade subsistem em perfeita unidade, constituindo assim o Deus uno (Gn 1.26; Is 61.1; Mc 1.10,11).
O homem como imagem e semelhança de Deus é resultado da unidade de três partes: espírito + alma + corpo (Gn 1.26a, 27; ITs 5.23).
Como não conheciam o pecado, o 1º casal gozava de uma completa unidade de suas partes em si, entre si e com Deus.
Embora Adão e a varoa fossem duas pessoas, juntos pelo matrimônio se tornavam um, visto que Deus continuava a chamá-los pelo nome “Adão”. (Gn 2.24; 5.2).
Podemos concluir que “unidade” para Deus tem o sentido de “indissolubilidade”.

O que afeta a unidade no casamento
A desobediência aos mandamentos divinos – leva o homem a fugir de Deus e a perder a unidade espiritual com Ele e com seu cônjuge. Gn 3.16,17,19; 2.24; Ef 5.22-31; Mt 5.31
A falta de transparência no relacionamento (nudez física, emocional e espiritual).Gn 2.25; 3.7-10. – leva o cônjuge a se esconder do seu par e de Deus.
A individualidade – leva o cônjuge a satisfazer seus próprios interesses (Gn 3.17; Fp 2.4).
Satanás – trabalha para matar, roubar e destruir o matrimônio, colocando um cônjuge contra outro e ambos contra Deus através da distorção da Palavra de Deus e acusações. (Gn 3.1, 6, 12, 22; Ef 4.26-27).

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